Guilherme Delaroli assumirá o governo do RJ durante viagem de Castro a Europa
- Redação

- há 3 dias
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A mudança ocorre em razão da viagem do governador Cláudio Castro (PL) à Europa, prevista para esta quarta-feira, 28, com retorno marcado apenas para o dia 8 de fevereiro.

O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Guilherme Delaroli (PL), deve assumir interinamente o comando do Governo do Estado a partir da próxima segunda-feira, 02.
A mudança ocorre em razão da viagem do governador Cláudio Castro (PL) à Europa, prevista para esta quarta-feira, 28, com retorno marcado apenas para o dia 8 de fevereiro.
Com a ausência de Castro, a chefia do Executivo estadual passaria, inicialmente, ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), desembargador Ricardo Couto, seguindo a atual linha sucessória. O cargo de vice-governador está vago desde maio de 2025, após Thiago Pampolha assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE), e o presidente titular da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil), encontra-se afastado por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
No entanto, Ricardo Couto também tem viagem marcada para o próximo domingo, 01, o que abre espaço para que Delaroli assuma o Palácio Guanabara por aproximadamente dez dias. O cenário cria um revezamento incomum no comando do Executivo fluminense, motivado por fatores institucionais e de agenda.
Nos bastidores políticos, a avaliação é de que o período servirá como um “teste” para Delaroli à frente do governo, especialmente diante do cenário fiscal delicado do estado, que inicia o ano com previsão de déficit de quase R$ 19 bilhões. O episódio também reacende especulações sobre uma possível renúncia futura de Cláudio Castro para disputar o Senado.
Segundo aliados, o presidente do TJ-RJ não demonstraria disposição para permanecer por muito tempo à frente do Executivo em caso de vacância definitiva do cargo, o que tem levado a estudos jurídicos sobre a possibilidade de Delaroli assumir o governo em definitivo, caso o cenário político avance nos próximos meses.





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