João Pires, secretário de Eduardo Paes, é perseguido em rodovia de São Gonçalo que terminou em acidente.
- há 3 dias
- 2 min de leitura
João Pires diz ter sido seguido por homens armados na RJ-106; caso é investigado pela Polícia Civil

O secretário de Proteção e Defesa do Consumidor da Prefeitura do Rio, João Pires, foi alvo de uma perseguição, na noite desta segunda-feira (16, na Rodovia RJ-106, mais conhecida como Amaral Peixoto, em São Gonçalo. Ele estava num Jeep blindado, e foi seguido por bandidos ao longo de dois quilômetros.
Pires conta que bandidos emparelharam o carro com o dele, um deles abriu a janela e apontou um fuzil. O secretário não parou, até que viu um carro de polícia num posto de combustíveis e entrou. Na fuga, chegou a bater numa van e derrubou uma bomba de abastecimento.
“Graças a Deus estou bem. Fisicamente 100%. Não tive um arranhão, só o susto. Eu entrei no posto porque vi uma viatura no outro lado. E conheço a rodovia, sei que mais pra frente é tudo deserto. Não vi outra saída”, contou o secretário, já na manhã desta terça-feira.
Ele disse que, inicialmente, pensou que poderia ser um assalto. Segundo a Polícia Militar, houve mesmo uma tentativa de roubo na região.
‘Mas estranhamos o fato de terem se arriscado, por dois quilômetros, numa perseguição”, concluiu.
O jovem secretário de Defesa do Consumidor, nascido em São Gonçalo, ficou conhecido pelas operações de fiscalização em postos de combustíveis. Só com a operação “Tô de Olho – Abastecimento Seguro” inspecionou, em uma ação específica, 513 bicos de abastecimento, com mais de 200 equipamentos reprovados por irregularidades, resultando em 28 interdições.
João Pires é famoso nas redes sociais. No início de fevereiro, atingiu a marca de 1 milhão de seguidores no Instagram (@joaopiresx) e ultrapassou os números do seu mentor político, o prefeito Eduardo Paes (PSD), que somava, na ocasião, 982 mil.
O resultado se deve, principalmente, à série de vídeos em que mostra operações do Procon Carioca — conteúdos que já acumulam mais de 100 milhões de visualizações. Entre os destaques está a denúncia da prática conhecida como “bomba baixa”, quando o consumidor paga por mais combustível do que realmente recebe.





Comentários