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Inspetor da Polícia Civil executado na Avenida Brasil era segurança do vereador Douglas Gomes.

  • há 21 horas
  • 2 min de leitura

O policial Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, foi alvo de emboscada por traficantes armados com fuzis na principal via expressa do Rio; em pronunciamento, parlamentar lamentou a morte do policial e cobrou firme resposta do Estado aos criminosos.



O ataque brutal contra uma viatura descaracterizada da Polícia Civil na Avenida Brasil, ocorrido na última terça-feira (07/07), atingiu diretamente o cenário político fluminense e a cidade de Niterói. Um dos agentes baleados na ação criminosa, o inspetor da Polícia Civil Carlos Freire, de 35 anos, não resistiu aos graves ferimentos após ser atingido na cabeça e sofrer duas paradas cardíacas, vindo a falecer no hospital. O policial atuava diretamente na segurança do vereador niteroiense Douglas Gomes (PL). O episódio mobilizou lideranças e reacendeu o debate sobre o avanço da criminalidade violenta contra as forças de segurança no estado.  


Na manhã desta quinta-feira (09/07), visivelmente abalado e emocionado, o vereador Douglas Gomes gravou um pronunciamento público para se manifestar sobre a perda do amigo de equipe.

No vídeo, o parlamentar desmentiu de forma categórica as primeiras versões que apontavam que a morte teria decorrido de um tiroteio mútuo, enfatizando a covardia da ação contra a equipe que trafegava pela via expressa.

"Não houve troca de tiros. O Carlos foi executado, foi fuzilado dentro de um carro descaracterizado um veículo que poderia ser de qualquer cidadão, de qualquetrabalhador , sem qualquer chance de reação ou de defesa", declarou o parlamentar.

O ataque ocorreu enquanto os policiais realizavam diligências rotineiras. Além de Carlos, outros três policiais civis estavam na viatura descaracterizada e foram atingidos pelos disparos. Eles foram prontamente socorridos e, de acordo com as informações médicas atualizadas, encontram-se com o quadro de saúde estável e fora de perigo. O inspetor deixa esposa e dois filhos, um adolescente de 16 anos e uma criança de 2 anos e 8 meses, sendo lembrado por seus companheiros de farda por sua dedicação incansável à atividade policial.  


Reação imediata e caçada aos criminosos


Em resposta à morte do inspetor, a cúpula da Segurança Pública e a Polícia Civil classificaram a ação como um ataque "covarde". Uma operação emergencial foi deflagrada por agentes de delegacias especializadas no Complexo do Muquiço, na Zona Norte do Rio, com o objetivo de capturar os envolvidos diretos no fuzilamento.


Última Homenagem


O velório está marcado para a tarde de hoje (09/07) às 14:30 na Câmara Municipal de Niterói.

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