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Conheça as 5 cidades com mais tiroteios no Rio de Janeiro no último mês — a quinta vai te surpreender

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 18 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

De acordo com o levantamento do Instituto Fogo Cruzado, agosto de 2025 teve 228 tiroteios na Região Metropolitana do Rio de Janeiro — uma média de 57 por semana. Apesar da redução no número de mortos e feridos em relação ao mesmo mês de 2024, os confrontos continuam frequentes e perigosos.


Veja o ranking das cinco cidades com mais registros:


1º lugar — Rio de Janeiro

172 tiroteios só em agosto.

A Zona Norte concentrou 121 episódios, com 13 mortos e 19 feridos.

A capital segue como epicentro da violência armada no estado.


2º lugar — São Gonçalo

13 tiroteios registrados.

Responsável por todos os sete mortos do Leste Metropolitano.

A cidade mantém altos índices de violência armada.


3º lugar — Nova Iguaçu


8 tiroteios.

Registrou mais vítimas do que Duque de Caxias no mesmo período, ficando à frente no ranking.

Continua entre as cidades mais críticas da Baixada Fluminense.


4º lugar — Duque de Caxias

Também com 8 tiroteios, mas menos vítimas que Nova Iguaçu.

Apesar disso, permanece entre os municípios mais violentos da região.


5º lugar — Niterói

6 tiroteios em agosto.

Embora tenha registrado queda na letalidade, entrou na lista das cinco cidades mais violentas.

Os confrontos ocorreram em bairros variados: Engenhoca, Barreto, Icaraí, Badu e até na orla de Camboinhas.


Panorama do Grande Rio em agosto

228 tiroteios registrados.

109 baleados: 59 mortos e 50 feridos.

54 vítimas foram atingidas em ações policiais, sendo 28 delas fatais.

De janeiro a agosto, o acumulado já chega a 1.681 tiroteios, com 1.061 baleados e 537 mortos.


O que dizem os especialistas


Para o coordenador regional do Fogo Cruzado, Carlos Nhanga, a redução nos números gerais não significa mais segurança:


“As operações policiais continuam sendo o principal vetor de vitimização, respondendo por mais da metade dos feridos e mortos. Isso mostra que, mesmo com menos tiroteios, as estratégias de segurança ainda expõem a população a altos níveis de letalidade.”

 
 
 

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