top of page

Assassinato de fundador do Grupo Capoeira Brasil, em Niterói, pode ter sido premeditado

  • há 9 horas
  • 2 min de leitura

Mestre Paulinho Sabiá foi morto enquanto estava no banco do carona de um veículo, em Icaraí.



O assassinato a tiros do mestre de capoeira Paulinho Sabiá, dentro de um carro na noite de quarta-feira (18), em Icaraí, Niterói, ganhou um novo desdobramento. Segundo dados preliminares, ele já havia sofrido uma tentativa de homicídio dias antes, no mesmo bairro. O episódio reforça a hipótese de que o crime pode ter sido premeditado.


Conforme relatos, na última segunda-feira (16), um homem teria tentado atirar contra o mestre também em Icaraí. O ataque não se consumou, mas agora passa a ser tratado como peça-chave na investigação sobre a morte do capoeirista.



Familiares estiveram no Instituto Médico Legal (IML) do Barreto, na manhã desta quinta-feira (19), mas não falaram com a imprensa.


A investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. De acordo com a delegada Danielle Peres, as equipes estão nas ruas reunindo elementos e, até o momento, não há uma linha de investigação definida.


Mestre Paulinho Sabiá foi morto enquanto estava no banco do carona de um veículo, em Icaraí. Informações preliminares indicam que um homem em uma motocicleta se aproximou e efetuou disparos.


Paulo César da Silva Sousa, o mestre foi um dos fundadores do Grupo Capoeira Brasil, criado em 1989 ao lado de Mestre Boneco e Mestre Paulão Ceará. Formado no tradicional Grupo Senzala, foi discípulo de Mestre Camisa.


Reconhecido pelo estilo leve, técnico e criativo, Sabiá foi um dos grandes responsáveis pela consolidação da capoeira contemporânea, integrando tradição e inovação no ensino, na musicalidade e na prática do jogo. Sua atuação influenciou gerações de mestres e professores no Brasil e no exterior.

Comentários


bottom of page