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OPERAÇÃO DA PF PRENDE MC POZE DO RODO, MC RYAN E DONO DA "CHOQUEI"

  • há 12 minutos
  • 2 min de leitura

Segundo as investigações, o grupo é suspeito de integrar um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão em operações financeiras ilegais.



A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Narcofluxo, que resultou na prisão de diversos alvos, entre eles os funkeiros MC Poze do Rodo e MC Ryan SP, além do influenciador Raphael Sousa Oliveira, conhecido por administrar a página “Choquei”.

Segundo as investigações, o grupo é suspeito de integrar um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão em operações financeiras ilegais.



A operação mobilizou cerca de 200 policiais federais, que cumpriram 39 mandados de prisão temporária e 45 mandados de busca e apreensão em vários estados do país, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.


Como funcionava o esquema


De acordo com a Polícia Federal, a organização utilizava diferentes estratégias para ocultar a origem do dinheiro, como:

  • uso de criptomoedas e dinheiro em espécie

  • realização de múltiplas transferências para dificultar o rastreamento

  • utilização de “laranjas” e terceiros

  • venda de produtos, ingressos e ativos digitais para justificar valores ilícitos


As autoridades também apontam que havia uma estrutura organizada para dar aparência legal aos recursos, aproveitando a popularidade dos artistas envolvidos.


Papel do dono da “Choquei”

O influenciador Raphael Sousa, responsável pela página “Choquei”, também foi preso durante a operação, em Goiânia. A investigação indica que ele teria atuado na promoção da imagem dos envolvidos, além de divulgar conteúdos e plataformas ligadas ao esquema.

Ainda segundo a PF, ele também poderia ter ajudado na gestão de crises de imagem, tentando minimizar repercussões negativas sobre os investigados.


Bens bloqueados e investigação

A Justiça determinou o bloqueio de bens e valores dos suspeitos, além do sequestro de patrimônios considerados incompatíveis com a renda declarada.

Os investigados podem responder por crimes como:

  • lavagem de dinheiro

  • associação criminosa

  • evasão de divisas


As investigações continuam para determinar o grau de participação de cada um no esquema.



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