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Niterói sob risco: Relatório da Alerj revela ausência de plano de contingência

  • 29 de jan. de 2025
  • 1 min de leitura

Relatório revela que o município não possui um plano de contingência para a gestão de riscos provocados pelas mudanças climáticas.

Charitas - Niterói
Charitas - Niterói

Um recente relatório da Frente Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) de Prevenção às Tragédias Naturais e em Defesa da Moradia Digna revelou uma alarmante realidade: Niterói, não possui planos de contingência para enfrentar desastres naturais. Essa negligência expõe milhares de cidadãos a riscos evitáveis, especialmente durante o período de chuvas intensas.


A cidade, sob a gestão do prefeito Rodrigo Neves, enfrenta um histórico de deslizamentos e inundações. A falta de preparo adequado não apenas coloca vidas em perigo, mas também evidencia uma gestão municipal ineficaz e descomprometida com a segurança de seus habitantes.


O relatório "Projeto de Lei da LOA 2024 - Volume II" menciona investimentos na prevenção de riscos e desastres, alocando um total de R$ 10.618.982, sendo apenas R$ 6.169.114 liquidados, isso significa que R$ 4.449.868, ou aproximadamente 41,90%, não foram utilizados, o que demonstra uma clara falta de prioridade na proteção da população contra desastres anunciados.


A implementação de um plano de contingência é fundamental para mitigar os efeitos de desastres naturais e garantir a segurança dos moradores. A inação diante de tais riscos é inadmissível e reflete uma administração falha às necessidades básicas de sua população.


Em um momento em que as mudanças climáticas intensificam eventos extremos, é imperativo que as autoridades municipais e estaduais adotem medidas proativas. A alocação adequada de recursos e a elaboração de estratégias de prevenção são essenciais para evitar tragédias futuras e proteger a vida de milhares de cidadãos.

 
 
 

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