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Doca usa número com DDD de Miami para operar CV sem ser rastreado

  • há 3 horas
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Quebras de sigilo telemático permitiram aos investigadores constatar que Doca mantém contato direto com líderes de comunidades dominadas pelo CV.


Investigações da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), qua resultaram na megaoperação deflagrada na manhã dessa quarta-feira (11/3), revelam que Edgar Alves de Andrade, mais conhecido como Doca ou Urso, continua comandando o maquinário criminoso da maior facção do Rio de Janeiro: o Comando Vermelho (CV).



Mesmo com o nome na lista vermelha do Ministério da Justiça e Segurança Pública, sendo considerado o traficante de alta periculosidade mais procurado do estado fluminense, quebras de sigilo telemático permitiram aos investigadores constatar que Doca mantém contato direto com líderes de comunidades dominadas pelo CV.


Uma apuração minuciosa, coordenada pelos delegados Vinicius Miranda de Moraes e Pedro Cassundé, detectou que o bandido utiliza o WhatsApp a partir de um número com o prefixo “+1” e o código de área “305”, que correspondem a um número telefônico internacional registrado nos Estados Unidos da América (EUA), especificamente na região de Miami, Flórida.


Com o codinome “Deus é fiel” na plataforma de troca de mensagens, ele responde aos chamados 24 horas por dia, autorizando pagamentos, a implementação de barricadas e até execuções de desafetos ou de “soldados” do CV que descumprem as ordens estabelecidas.


O uso de números telefônicos internacionais, como os de Miami, é uma tática comum adotada por criminosos para dificultar o rastreamento e o monitoramento por autoridades brasileiras. No caso de Doca, porém, a estratégia não funcionou.


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