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Rombo de R$ 6 Bilhões no INSS expõe grupo do PDT

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 24 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

O atual ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT), responsável por nomeações dentro do INSS, tem seu nome associado a uma tentativa de indicar o Prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, para a presidência do órgão em 2022


O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está no centro de um dos maiores escândalos de corrupção da história recente do Brasil. Uma operação deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), denominada Sem Desconto, revelou um esquema que desviou cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas em todo o país.


Segundo as investigações, sindicatos e associações fraudulentas vinham realizando descontos mensais nos benefícios dos segurados sem a devida autorização. A trama contava com a participação direta de servidores públicos e o envolvimento de lobistas ligados ao alto escalão da Previdência.


O presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, foi afastado de suas funções por decisão judicial. Policiais federais cumpriram mandados em seu gabinete e residência, levantando questionamentos sobre a omissão da alta gestão diante de fraudes sistemáticas.


O escândalo também atinge o núcleo político do governo. O atual ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT), responsável por nomeações dentro do INSS, tem seu nome associado a uma tentativa de indicar o Prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, para a presidência do órgão em 2022 — convite recusado por Neves, que tem um histórico controverso. Ele foi preso em 2018 na Operação Lava Jato por envolvimento em esquemas de corrupção em contratos públicos durante sua gestão na prefeitura de Niterói.


A proximidade entre Lupi e Neves reacende o debate sobre o uso político de cargos estratégicos na máquina pública e levanta suspeitas sobre as reais intenções por trás dessas indicações.


 
 
 

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