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Rapper Oruam deixa prisão após dois meses em Bangu

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 29 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, foi solto na tarde desta segunda-feira (29/9), após mais de dois meses detido na Penitenciária Serrano Neves, em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), que cumpriu o alvará de soltura às 17h08.


Oruam havia sido preso em 22 de julho, acusado de tentar impedir a Polícia Civil de cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente que estava em sua residência. O menor, conhecido como “Menor Piu”, é apontado pela polícia como segurança de Edgar Alves de Andrade, o Doca, além de suspeito de envolvimento em roubos de veículos.


A decisão que garantiu a liberdade do cantor foi assinada pelo ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na última sexta-feira (26/9), atendendo a pedido da defesa. No entanto, Oruam terá de seguir uma série de medidas cautelares:


  • Comparecimento mensal em juízo;

  • Manutenção de residência fixa e comunicação de qualquer mudança;

  • Proibição de acesso ao Complexo do Alemão e a áreas classificadas como de risco;

  • Proibição de contato, em um raio de 500 metros, com os demais acusados e com “Menor Piu”;

  • Proibição de deixar a comarca por mais de sete dias sem autorização judicial;

  • Recolhimento domiciliar noturno, das 20h às 6h;

  • Uso de tornozeleira eletrônica, sob monitoramento da Seap.


A notícia da libertação mobilizou familiares, amigos e fãs, que se concentraram em frente ao presídio desde o início da tarde. Entre eles, estavam Fernanda Valença, noiva de Oruam, e o funkeiro MC Poze do Rodo, que acompanhou a movimentação pelas redes sociais e divulgou imagens da multidão reunida.

Oruam é filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, considerado uma das principais lideranças do Comando Vermelho (CV) e atualmente preso em penitenciária federal. O rapper continua sendo investigado por associação ao tráfico, tráfico de drogas, resistência, desacato, ameaça, lesão corporal e dano ao patrimônio

 
 
 

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