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Prefeito Eduardo Paes envia subsecretário para remover barricadas na Taquara e encontra resistência de criminosos armados

  • 30 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura

O prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes enviou uma equipe de servidores municipais para remover barricadas ilegais na comunidade da Taquara, na zona oeste do Rio de Janeiro, após receber uma solicitação para a retirada dos bloqueios. Contudo, ao chegarem ao local, foram surpreendidos por quatro homens armados com fuzis e pistolas, que resistiram à operação.

Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

O prefeito Eduardo Paes afirmou que recebeu um ofício solicitando a retirada de barricadas ilegais na comunidade da Taquara, na zona oeste do Rio de Janeiro, e encaminhou a solicitação para um subprefeito responsável pela ação. No entanto, essa decisão acabou expondo os servidores a um risco considerável, pois, ao chegarem ao local, foram surpreendidos por quatro homens armados com fuzis e pistolas, que impuseram resistência à operação.


Ao invés de agir com seriedade e buscar apoio das autoridades competentes, Paes preferiu se exibir nas redes sociais, se lamentando da situação.

Em vez de convocar as forças de segurança para garantir que a remoção das barricadas fosse feita de forma segura e eficaz, Paes optou por colocar seus próprios servidores em uma situação de risco.


Em nota, a Polícia Civil repudiou a forma como o incidente foi tratado e a exposição desnecessária de uma questão de segurança pública que já estava sendo investigada pela 32ª Delegacia de Polícia (Taquara). A corporação esclareceu que a operação na região estava em fase de planejamento, contando com a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e análise de informações de inteligência. A Polícia Civil lamentou que a prefeitura tenha se envolvido na questão sem acionar as forças de segurança, colocando em risco a integridade dos servidores municipais, apenas para fins político-eleitoreiros.


Leia a nota da Polícia Civil na íntegra:


"A Polícia Civil repudia a exposição de uma questão de segurança pública que já vinha sendo tratada pela 32ª DP (Taquara). A equipe da delegacia recebeu representantes da entidade privada e, a partir de seu pleito, iniciou o desenvolvimento de uma operação, em conjunto com a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). O planejamento minucioso, com estudo de terreno e análise de informações de inteligência, seguiu todo o preceito exigido pelo STF para a execução da operação que estava na iminência de ser deflagrada.


A Polícia Civil repudia também a atitude da Prefeitura do Rio de Janeiro que, tendo ciência de que era área conflagrada, não acionou a Polícia Civil ou Militar, colocando em risco seus servidores apenas para fins político-eleitoreiros, sendo completamente deturpada e maldosa a forma como a situação foi exposta. Se estivesse preocupada com a segurança pública, a Prefeitura teria procurado as forças de segurança, para atuar de forma integrada, visando o bem da população."



 
 
 

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